O formato muda o custo, o preço de venda e até quem vai comprar. Veja as diferenças entre cápsula, pó, sachê e goma antes de decidir.
Muita gente escolhe o formato do produto por gosto pessoal. É um erro que custa caro: o formato define custo de produção, tamanho da embalagem, preço na prateleira e até o tipo de cliente que vai comprar.
Cápsula
Quando faz sentido: quantidades menores de ativo, produto de uso diário, público que quer praticidade.
Pontos de atenção: há um limite de quanto cabe em cada cápsula. Fórmulas com dose alta acabam exigindo muitas cápsulas por dia, o que atrapalha a venda.
Pó
Quando faz sentido: doses maiores, como colágeno e creatina. O pote grande passa percepção de valor e o custo por dose costuma ser menor.
Pontos de atenção: exige preparo pelo consumidor e o sabor passa a importar. Frete e espaço em prateleira também pesam mais.
Sachê
Quando faz sentido: dose individual, produto para levar na bolsa, kits e brindes. Bom para experimentação e para venda em farmácia.
Pontos de atenção: custo de embalagem por dose é maior que o do pote.
Goma e líquido
Quando faz sentido: público que tem dificuldade com cápsula e linhas com apelo mais leve.
Pontos de atenção: são formatos com mais restrições técnicas. Cada projeto precisa ser avaliado caso a caso.
Uma pergunta que ajuda a decidir
Onde esse produto vai ser vendido? Farmácia costuma pedir embalagem menor e preço de entrada mais baixo. Loja de suplementos aceita pote grande. Internet precisa de embalagem que aguente transporte e tenha frete viável. A resposta quase sempre aponta o formato.
Conteúdo informativo. Suplementos alimentares não são medicamentos e não substituem uma alimentação equilibrada. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.
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