Não é só o preço por unidade. Veja todos os itens que entram no custo de um lançamento de marca própria e onde costuma haver surpresa.
A primeira pergunta de quem quer lançar uma marca é sempre a mesma: quanto custa? A resposta honesta é que depende — mas dá para listar exatamente de que depende, e é isso que a maioria dos conteúdos não faz.
1. O produto
Fórmula, quantidade de ativos e formato definem o custo por unidade. Quanto maior a quantidade produzida, menor o custo de cada peça — é aqui que está a maior variação de preço.
2. A embalagem
Pote, tampa, lacre, cartucho, rótulo. Embalagem diferenciada encarece e costuma exigir quantidade mínima maior. Vale decidir cedo, porque muda o preço final.
3. A arte e a marca
Criação do rótulo e registro da marca no INPI. O registro não impede a produção, mas protege o seu nome — e demora, então quanto antes começar, melhor.
4. A documentação
Adequação do rótulo às exigências legais e a documentação do produto. Em um projeto de marca própria, boa parte disso fica com a indústria.
5. O que quase todo mundo esquece
- Frete da fábrica até o seu estoque;
- Fotos do produto para vender na internet;
- Capital parado no estoque até girar;
- Taxas de marketplace, se for vender por lá;
- Tempo — do primeiro contato à prateleira, não é uma semana.
Como pedir um orçamento que ajude na decisão
Quanto mais claro o pedido, mais útil a resposta. Informe: o produto que tem em mente, o formato, a quantidade que pretende produzir e onde vai vender. Com isso, o retorno vem com preço, prazo e o que falta providenciar.
Conteúdo informativo. Suplementos alimentares não são medicamentos e não substituem uma alimentação equilibrada. Consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.
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